Conforme o artigo e nossa atual realidade, o avanço da tecnologia ajuda a diversificar os métodos de trabalhos (ou até novos métodos) de diversas formas, tornando os métodos mais dinâmicos e eficazes, permitindo economias de custo e tempo nas empresas.
É bem interessante observar que ultimamente a complexidade dos jogos de empresas tem aumentado significativamente, tornando-se mais ricos de informações e bem mais fáceis de serem operados.
O jogo é basicamente regido por regras que determinam quem vencerá e o jogo de simulação é onde os participantes assumem as tomadas de decisões na empresa. Ele pode ser definido como um exercício seqüencial de tomada de decisões.
Duas citações bem importantes a disponibilizar é a de Kopittke (1989) os jogos de empresas são eficazes ferramentas de ensino. Baseiam-se em geral em modelos matemáticos desenvolvidos para simular determinados ambientes empresariais considerando as principais variáveis que agem nestes ambientes e a de Martinelli (1987) conclui que “os aspectos importantes e peculiares dos jogos de empresas são seu caráter dinâmico.
Existem várias vantagens e é claro, como nada nessa vida é perfeito, também temos algumas limitações. Vou citar algumas que achei as idéias principais vantagens como: treinamento do processo de tomada de decisão, desenvolvimento de habilidades do trabalho em equipe, alto envolvimento dos alunos ocasionado pelo ambiente competitivo, feedback rápido e contínuo proporcionado aos participantes, elevado grau de realismo. Algumas limitações também como: dificuldade de validar e quantificar os efeitos do jogo, um jogo de empresas por mais detalhado e complexo que seja não reproduz a realidade tal como ela é e risco de falsos conceitos ocasionados por ineficiência do modelo simulado ou por erro do administrador do jogo.
Segundo Vicente (2001), ele classifica os jogos em seis categorias: “pen and paper”, tabuleiro, jogos de e-mail, de livros, de dramatização e de computador.
E para ficar um pouco mais completo, vou citar dois de vários jogos de sucesso no meio empresarial.
Beer Game
Referência:
AZEREDO, Sérgio Medeiros; ORNELLAS, Alander; RAMOS, Rodrigo Resende. Jogos de empresas aplicados à logística empresarial: um panorama dos modelos disponíveis no país. Fortaleza: Abepro, 2006. 9 p. (XXVI ENEGEP)

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